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terça-feira, 1 de junho de 2010

Sião

Todos os dias Israel perde o respeito pela sua memória. Ignomínia. Vergonha. E: shame on you, amiguinhos portugueses dos sionistas.
Sobre a posição de Portugal nem é bom falar: "Trata-se de uma política de Estado: ser capacho de todos os regimes, sem qualquer excepção. De Caracas a Washington, de Pequim a Luanda, de Moscovo a Bruxelas, de Telavive a Rabat, o governo português mantém sempre a coerente posição de não ter posição sobre nada, esperando que a sua irrelevância seja premiada com umas migalhas. No caso da Europa, ficou quase sozinho, não acompanhando sequer a posição oficial da União".

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Israel no seu labirinto

Ao impedir a entrada no país a Noam Chomsky, Israel perdeu completamente o respeito por si próprio.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A perfídia


Em declarações à Agência Lusa, Ramos-Horta disse que a principal virtude do Dalai Lama é ser contra qualquer acto de violência no Tibete, mas que a admiração pelo líder tibetano "não retira legitimidade à soberania chinesa em relação ao Tibete".
Deve ser das companhias. E como diria Octávio Machado, eu sei do que falo...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

myZONcard

Agora que a Autoridade da Concorrência, após denúncia de Paulo Branco, suspendeu a campanha promocional myZONcard (oferta de bilhetes), a Lusomundo, pela exibição do dito cartão, oferece dois bilhetes pelo preço de um ou - pasme-se! - "1 bilhete + pipocas (peq.) + bebida (peq.)". Para usufruir da promoção de dois bilhetes pelo preço de um tem de se exibir o bilhete de identidade tanto na bilheteira como na entrada para o cinema. A Lusomundo receia que o espectador portador do cartão vá vender os bilhetes ao espectador não portador de cartão? Mas está tudo doido? E não se pode exterminá-los?

domingo, 25 de janeiro de 2009

Defesa do Consumidor I

A Zon-Lusomundo tem um inenarrável serviço de venda on-line de bilhetes de cinema. Ao contrário do que se passa com todas as compras na Net, em que os preços são mais baratos, a distribuidora/exibidora cobra, à cabeça, 0,25€ como "taxa de serviço". Mas que "serviço"? Não se trata de um serviço de "reserva" já que o consumidor compra efectivamente o bilhete na hora.
Mas há mais. O documento impresso pelo comprador (devia ser este a cobrar "taxa de serviço") não vale como bilhete como acontece com muitas empresas, por exemplo de transporte. O pobre espectador ainda tem de ir para a fila da bilheteira, trocar o impresso pelo bilhete definitivo. O que ganhou com a compra na Net? Eventualmente, garantir o bilhete, mas as salas raramente esgotam.
Nada disto nos devia espantar. Lembro-me de uma vez na Lusomundo Amoreiras o filme - Vinicius, de Miguel Faria, Jr. - ter começado antes da hora, para espanto dos espectadores, numa daquelas salas "Vip" que de Vip nada tem a não ser os bilhetes mais caros.
Claro que nada disto nos devia espantar - abusando da sua posição dominante, quer no Cabo, quer nas salas de cinema, a Lusomundo tudo pode. E nós deixamos!