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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Janeiras



Natal dos Simples, de José Afonso

domingo, 3 de outubro de 2010

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Pino Donaggio - Io che non vivo senza te



A tradição melódica da canção italiana

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Teresa Silva Carvalho

Cinco canções na voz da grande cantora, fadista e compositora Teresa Silva Carvalho - e lindíssima mulher -, infelizmente retirada e pouco recordada:

Barca bela, de Teresa Silva Cravalho com versos de Almeida Garrett
Litania para um Amor ausente, de Vitorino com versos de Luís Pignatelli
Mas que fresca mondadeira, de Vitorino








Recordarei sempre, da sua autoria Canção Grata - uma das melhores canções de sempre da música portuguesa - e Amar (embora um dos meus ódios de estimação seja Florbela Espanca). E, claro, Ó rama, ó que linda rama, com arranjos de Vitorino e Verdes São os Campos, de José Afonso com versos de Luís de Camões.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Lupicínio Rodrigues - Vingança, de Lupicínio Rodrigues



"Eu gostei tanto,
Tanto quando me contaram
Que lhe encontraram
Bebendo e chorando
Na mesa de um bar,

[...]

Mas, enquanto houver força em meu peito
Eu não quero mais nada
Só vingança, vingança, vingança
Aos santos clamar
Ela há de rolar como as pedras
Que rolam na estrada
Sem ter nunca um cantinho de seu
Pra poder descansar"

Há dois grandes textos sobre a vingança. Um, é este samba-canção de Lupicínio. O outro, como é sabido, é O Conde de Monte-Cristo. E, claro, há a Medeia (mas isso é outra história).

quinta-feira, 24 de junho de 2010

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Amália - La Tarantela

E já que ando em maré de língua napolitana, eis Amália a cantar em Nápoles como se tivesse lá nascido:



Projecto para o Verão: férias no Sul de Itália e/ou na Sicília - quero ver o "mundo" de Lampedusa, Pirandello, VittoriniSciascia e do grande Andrea Camilleri.

domingo, 13 de junho de 2010

Anna Magnani - O Surdato 'Nnamurato


 


La Magnani no filme La Sciantosa (1971). Se, como disse Fellini, Anna Magnani é Roma e Roma é a minha cidade favorita, tenho de voltar a ambas um dia destes.

A interpretação de Massimo Ranieri é magnífica (melhor de que as dos próprios tenores Pavarotti e Bocelli), num napolitano cristalino:



Massimo Ranieri também entra em La Sciantosa e toca guitarra na cena apresentada.

terça-feira, 4 de maio de 2010

quinta-feira, 29 de abril de 2010