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domingo, 3 de outubro de 2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Celeste Rodrigues - Meu Corpo, de Fernando Tordo e José Carlos Ary dos Santos



Eu ao colo da minha mãe e, na ponta, dois irmãos de Amália, Filipe Roberdão e Celeste Rodrigues.
(Na sequência do que escrevi aqui)

sábado, 27 de março de 2010

domingo, 14 de março de 2010

Zizi Possi e Chico Buarque - Pedaço de Mim, de Chico Buarque (de Ópera do Malandro)



Terrível e belo:

«Que a saudade é o revés de um parto
A saudade é arrumar o quarto
Do filho que já morreu»

Chico Buarque

quarta-feira, 10 de março de 2010

Barbra Streisand - Cry me a river / Julie London - Cry me a river



«La Streisand», provavelmente a maior cantora viva, aqui em grande desprendimento, em contraponto à interpretação clássica de Ella Fitzgerald e de Julie London


Quem me dera voltar a ouvir Cry me a river pela enorme Leny Andrade, a melhor versão que ouvi até hoje e que ainda não consegui encontrar na Rede. As modernas interpretações de Diana Krall ou Michael Buble são meras citações.

sábado, 14 de novembro de 2009

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Nos dez anos da morte de Amália (6 de Outubro de 1999) - Gaivota, de Alain Oulman e Alexandre O'Neill



AMÁLIA

Na tua voz há tudo o que não há,
há tudo o que se diz e não se diz.
Há os sítios da saudade em tua voz,
o passado, o futuro, o nunca, o já,
há as sílabas da alma, e há um país.
Porque tu, mais que tu, és todos nós.

Na tua voz embarca-se e não mais,
não mais senão o mar e a despedida,
há um rastro de naufrágio em tua voz
onde há navios a sair do cais,
nessa voz por mil vozes repartida.
Porque tu, mais que tu, és todos nós.

Há mar e mágoa, e a sombra de uma nau,
a Gaivota de O'Neil e o rio Tejo,
saudade de saudade em tua voz,
um eco de Camões e o escravo Jau,
amor, ciúme, cinza e vão desejo.
Porque tu, mais que tu, és todos nós.

Manuel Alegre

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009